Li outro dia, no blog português
Obvious, um artigo sobre o clássico Laranja Mecânica. O texto discorre sobre os
dois finais existentes na história. No campo de comentários surgiu o assunto do
lado negro da laranja. Pensando sobre esse “Dark Side of the Orange” me vi às
portas do existencialismo sartriano. A história de Anthony Burgess e a
adaptação feita para o cinema por Stanley Kubrick contextualizam duas versões
da mesma laranja. Discorro agora sobre as duas partes da
Laranja Mecânica.
