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14 de setembro de 2013

WALL•E (2008)

Uma das grandes obras de arte de nosso século é a animação da Pixar WALL·E. Baseado na ideia original de Pete Docter e Andrew Stanton do início da década de 90, de como seria a vida de um robô que estivesse sozinho em uma Terra desolada e destruída. Com o passar dos anos a história ganhou corpo e apoio dentro da Pixar até se transformar em um marco visual do cinema. Descrito pelo próprio Stanton como uma gramática visual, WALL·E nos remete aos primórdios da indústria cinematográfica dos filmes mudos de Georges Méliès, criador dos efeitos especiais, que na época não passavam de efeitos visuais e jogos de câmera. O vencedor do Globo de Ouro e Oscar de melhor animação aparece no topo da lista da revista Time como melhor filme da década passada.

27 de março de 2013

O Iluminado (1980)


Há exatos seis meses era criado O Cinematógrafo, nada mais justo que um clássico como O Iluminado (The Shining) para comemorar essa data. Baseado no livro homônimo de Stephen King que por sua vez inspirou o título na canção de John Lennon Instant Karma no trecho “We all shine on...”. O Iluminado tornou-se um dos símbolos do terror e uma das obras-primas de Stanley Kubrick. O sucesso do filme deve-se a três fatores que merecem mérito os quais discorrei a seguir.

12 de novembro de 2012

Laranja Mecânica (1971)


Li outro dia, no blog português Obvious, um artigo sobre o clássico Laranja Mecânica. O texto discorre sobre os dois finais existentes na história. No campo de comentários surgiu o assunto do lado negro da laranja. Pensando sobre esse “Dark Side of the Orange” me vi às portas do existencialismo sartriano. A história de Anthony Burgess e a adaptação feita para o cinema por Stanley Kubrick contextualizam duas versões da mesma laranja. Discorro agora sobre as duas partes da Laranja Mecânica.