Uma das grandes obras de arte de nosso
século é a animação da Pixar WALL·E.
Baseado na ideia original de Pete Docter e Andrew Stanton do início da década
de 90, de como seria a vida de um robô que estivesse sozinho em uma Terra
desolada e destruída. Com o passar dos anos a história ganhou corpo e apoio
dentro da Pixar até se transformar em um marco visual do cinema. Descrito pelo
próprio Stanton como uma gramática visual, WALL·E
nos remete aos primórdios da indústria cinematográfica dos filmes mudos de
Georges Méliès, criador dos efeitos especiais, que na época não passavam de
efeitos visuais e jogos de câmera. O vencedor do Globo de Ouro e Oscar de
melhor animação aparece no topo da lista da revista Time como melhor filme da década passada.
Mostrando postagens com marcador Stanley Kubrick. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Stanley Kubrick. Mostrar todas as postagens
14 de setembro de 2013
27 de março de 2013
O Iluminado (1980)
Há exatos seis meses era criado O
Cinematógrafo, nada mais justo que um clássico como O Iluminado (The Shining) para comemorar essa data. Baseado no
livro homônimo de Stephen King que por sua vez inspirou o título na canção de
John Lennon Instant Karma no trecho “We all shine on...”. O Iluminado tornou-se um dos símbolos do
terror e uma das obras-primas de Stanley Kubrick. O sucesso do filme deve-se a
três fatores que merecem mérito os quais discorrei a seguir.
12 de novembro de 2012
Laranja Mecânica (1971)
Li outro dia, no blog português
Obvious, um artigo sobre o clássico Laranja Mecânica. O texto discorre sobre os
dois finais existentes na história. No campo de comentários surgiu o assunto do
lado negro da laranja. Pensando sobre esse “Dark Side of the Orange” me vi às
portas do existencialismo sartriano. A história de Anthony Burgess e a
adaptação feita para o cinema por Stanley Kubrick contextualizam duas versões
da mesma laranja. Discorro agora sobre as duas partes da
Laranja Mecânica.
Assinar:
Postagens (Atom)


