Amour não fala estritamente do amor,
mas de como reagimos à autoflagelação em relação ao sentimento para com o ente
amado. É um calmo drama que às vezes nos remete a um thriller psicológico sem
precedentes. Causa desconforto com as imperfeições humanas individualistas e
muitas vezes necessárias. É um soco no estômago que nos confronta com nossos
valores morais e éticos. Até que ponto Amor é amor e até que ponto decidimos
amar? Esta é a condição da felicidade ou ela é incondicional?
