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14 de janeiro de 2013

Amour (2012)


Amour não fala estritamente do amor, mas de como reagimos à autoflagelação em relação ao sentimento para com o ente amado. É um calmo drama que às vezes nos remete a um thriller psicológico sem precedentes. Causa desconforto com as imperfeições humanas individualistas e muitas vezes necessárias. É um soco no estômago que nos confronta com nossos valores morais e éticos. Até que ponto Amor é amor e até que ponto decidimos amar? Esta é a condição da felicidade ou ela é incondicional?